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Lobby gay: na Wikipedia também
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Monday, Aug. 28, 2006 at 7:28 AM
LOBBY GAY: Define-se como um grupo de pressão que visa influenciar o poder político no sentido da promoção de políticas homófilas (p.ex o casamento entre homossexuais, a adoção por casais homossexuais, leis "anti-discriminação", etc.).
Lobby gay
Origem: Wikipédia (a enciclopédia "livre") - http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby_gay
--- NOTA: Este tópico foi criado por um usuário na Wikipedia em 14 de agosto de 2006, às 14:41h. Dois minutos depois (14:43h), um outro usuário já colocava o tópico (bem escrito, por sinal) na lista negra de "páginas para eliminar". O que pode ser conferido (por enquanto) no histórico das postagens, em http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Lobby_gay&action=history . Por aí, podemos mais uma vez constatar aquilo que já sabemos, isto é, que o lobby gay não apenas existe, como existe dentro da Wikipedia - e como existe! - e é também bastante rápido e eficiente, principalmente para ocultar fatos e censurar o que não lhe convém, tanto na Wikipedia quanto fora. ---
Lobby gay
Lobby Gay em Portugal
Define-se como um grupo de pressão que visa influenciar o poder político no sentido da promoção de políticas homófilas (p.ex o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, leis anti-descriminação, etc.). As associações que em Portugal fazem lobbying junto do poder político são a ILGA Portugal, o Clube SAFO e a associação Não te prives. A Juventude Socialista e o grupo de trabalho homossexual do Bloco de Esquerda têm feito lobbying junto dos partidos que integram no sentido de liberalizar o casamento homossexual em Portugal.
Conspiração Gay
O termo surgiu na política portuguesa em 1995 quando durante a campanha eleitoral para as eleições legislativas, um candidato a deputado cabeça de lista pelo distrito de Aveiro acusou publicamente outro candidato de fazer parte do lobby gay. Trata-se aqui de um outro fenómeno baseado na crença de que existe um grupo clandestino constituido por poderosos homossexuais que visa a ocupação de lugares de topo na política portuguesa. A sociologia encara este fenómeno como uma teoria de conspiração clássica. "Trata-se, segundo me parece, de um equívoco em relação ao próprio termo lobby na maior parte dos casos, embora o mito também diga respeito à existência de um lobby formal e clandestino de estilo maçónico, o que está completamente por provar, até porque não tem consequências visíveis, como seria de esperar de um verdadeiro grupo de pressão", afirma o sociólogo Manuel V. Cabral.
"Não se deve escamotear alguns comportamentos de tipo lóbista que os gays assumem quando se organizam em grupos. Tal como um heterossexual se sentirá propenso a preferir uma funcionária mais bonita a outra menos atraente, também os gays poderão usufruiur de alguma vantagem junto de um empregador homossexual. Esta prática não pressupõe de forma alguma a existência de uma organização solidária, mas é mais do que suficiente para alimentar invejas e respectivas mitologias. Parece-me tratar-se de clubismo puro e simples, mero sentimento de pertença, aliado a algum oportunismo dos que usam a sua sexualidade para subir na vida."
Segundo um inquérito realizado no portal Portugal Gay [1], 30 % dos gays acreditam na existência de um grupo influente e organizado que trabalha clandestinamente em prol da comunidade homossexual, 55% não acreditam que exista e 15 % reconhece a actividade lobista das associações que se batem pelo diereito dos homossexuais, mas duvidando da sua eficácia.
"Características como a sexualidade são transversais, afectam indíviduos nas mais diversas posições. Há homossexuais de esquerda e de direita, ricos e pobres, católicos e ateus, com concepções sobre a pratica da homossexualidade muito distintas e não poucas vezes antagónicas. Uns são discretos e não assumidos, outros desejam reconhecimento e participam em marchas de orgulho, outros lutam abertamente pela aquisição de direitos, e outros não querem para sí mais do que a liberdade para viver a sua sexualidade no recato do lar. Não é um grupo social forte e coeso como as religiões ou os partidos políticos, e não creio que seja sequer comparável a um clube de futebol. E isso compromete a ideia de que possa existir uma organização clandestina que os una e que para eles trabalhe", comenta Artur Abellard, sociólogo catalão especialista em minorias.
Lobby Gay e Pedofilia
O jornal semanário Expresso publicou em 2004 uma extensa reportagem em que dava conta de uma investigação da polícia judiciária aos circuitos de prostituição do Parque Eduardo VII em Lisboa, suspeitando da existência de um grupo de homossexuais organizados tão poderoso como os "Igreja Católica, a Opus Dei ou a Maçonaria". Essa vertente da investigação foi abandonada e re-orientada para a pedofilia. "É mais um estigma com que temos infelizmente que viver. Se estamos escondidos somos hipócritas subversivos, se assumimos a nossa sexualidade somos apontados na rua como molestadores de crianças, se somos promovidos no emprego fazemos parte de uma força das trevas. É uma condição bastante dura.", testemunha um homossexual que preferiu manter-se no anonimato.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby_gay
(leia antes que o lobby gay apague)