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As 10 empresas que mais lucraram com a guerra
por Francisco Trindade
Wednesday, Nov. 01, 2006 at 3:42 AM
As 10 empresas que mais lucraram com a guerra
As 10 empresas que mais lucraram com a guerra
Apresentamos o novo texto do blog http://www.franciscotrindade.blogspot.com
Texto intitulado
As 10 empresas que mais lucraram com a guerra
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em http://www.franciscotrindade.blogspot.com
A Halliburton tornou-se sinónimo de lucro com a guerra, mas há muitas outras mãos gananciosas na massa. Nomeamos 10 das piores. A história dos lucros de guerra americanos está cheia de egrégios exemplos de incompetência, fraude, evasão fiscal, desfalque, suborno e práticas irregulares. Tal como o historiador da guerra Stuart Brandes sugeriu, cada nova guerra está infectada com novas formas de obter lucros com a guerra. O Iraque não é uma excepção. Da má gestão criminosa dos rendimentos do petróleo do Iraque aos empreiteiros de segurança privada armados que operam com total impunidade, esta guerra tem criado oportunidades para uma terrível quantidade de corrupção. O que se segue é uma lista de algumas das piores empresas que têm lucrado com a guerra do Iraque que têm enganado os contribuintes americanos e que minaram a missão militar. N.º 1 E N.º 2: CACI E TITAN No início de 2005, oficiais da CIA declararam ao The Washington Post que pelo menos 50% dos 40 mil milhões de dólares do seu orçamento estimado para esse ano iria para empreiteiros privados, um número espantoso que sugere que as preocupações levantadas acerca do outsourcing dos serviços de informações mal tiveram eco ao nível da decisão política. Em 2004 o Orlando Sentinel informava de um caso que ilustra o que pode estar mal: o empregado da Titan, Ahmed Fathi Mehalba, tradutor egípcio, foi detido por possuir informação classificada da prisão da Baía de Guantánamo. Os críticos dizem que os abusos em Abu Ghraib são outro exemplo de como se podem borratar os limites quando os contratistas são envolvidos no trabalho dos serviços de informações. A CACI forneceu um total de 36 interrogadores no Iraque, incluindo mais de 10 em Abu Ghraib em qualquer momento, segundo a companhia. Ainda que nem a CACI, nem a Titan nem nenhum dos seus empregados tenham sido acusados de delito, uma investigação filtrada do exército implicou o empregado da CACI Stephen Stefanowicz no abuso de presos.
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Saudações proudhonianas Até breve Francisco Trindade
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